A Natureza digere o corpo que repousa, preguiçoso, num canto qualquer,
Inumana "natureza" que se perde nos vapores exalados por cada poro.
Uma imortalidade outrora tão acreditada,
Nada mais que uma esperança num além prometido.
A Podridão, entidade nomeada como invencível
Revela sua face amarelenta, macilenta e fria.
Sorri vendo aquela carniça sob o sol,
Devorada por inúmeras outras formas de vida.
Sinto o sangue correr em minhas entranhas
Enquanto imagino meu corpo em igual situação.
Uma hora qualquer estarei repousando, preguiçoso, num canto qualquer;
Um outro vivente qualquer estará vendo a Podridão,
Esta entidade nomeada como invencível,
Revelando sua face amarelenta, macilenta e fria.
Ele também sentirá o sangue correr, quente, por cada recôndito,
Por entre as entranhas pulsantes, vivas.
Ele também se imaginará tomado por vermes e fedendo.
E se imaginará sendo observado enquanto o observador se coloca no seu lugar de carniça...
E se imaginará fedendo.
Inumana "natureza" que se perde nos vapores exalados por cada poro.
Uma imortalidade outrora tão acreditada,
Nada mais que uma esperança num além prometido.
A Podridão, entidade nomeada como invencível
Revela sua face amarelenta, macilenta e fria.
Sorri vendo aquela carniça sob o sol,
Devorada por inúmeras outras formas de vida.
Sinto o sangue correr em minhas entranhas
Enquanto imagino meu corpo em igual situação.
Uma hora qualquer estarei repousando, preguiçoso, num canto qualquer;
Um outro vivente qualquer estará vendo a Podridão,
Esta entidade nomeada como invencível,
Revelando sua face amarelenta, macilenta e fria.
Ele também sentirá o sangue correr, quente, por cada recôndito,
Por entre as entranhas pulsantes, vivas.
Ele também se imaginará tomado por vermes e fedendo.
E se imaginará sendo observado enquanto o observador se coloca no seu lugar de carniça...
E se imaginará fedendo.
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